Sim, eu jurei pelos céus e terra que não escreveria mais pra você, por você.
Fechei meu blog, tranquei minhas dores, guardei as mágoas e enfim, segui sem rumo, por aí...
Por vezes tentei te tirar de mim e até um amor oportuno arranjei.
Nos bares, nos livros, nas ruas te deixei, te esqueci...
Não pra sempre.
Por que existe uma coisa, que não nos separa, não nos deixa, nos prende num laço muito maior do que a simples atração.
Eu te vejo, o coração dispara. E eu não consigo esconder o sorriso que quer sair de todos os cantos da boca.
Você diz que me quer pra sempre. Eu me faço de difícil, reluto e te beijo.
Amoleço...digo que te quero, não pra sempre...só por hora
E tudo isso parece uma novela mexicana, daquelas bregas, mas que todo mundo assiste e sabe o final.
Final que na nossa história eu não sei qual é...
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
domingo, 15 de novembro de 2009
Altar Particular
" Sei lá, a tua ausência me causou o caos
No breu de hoje eu sinto que
O tempo da cura tornou a tristeza normal"
Amores imperfeitos
Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Mas sempre fica alguma coisa
Alguma roupa pra buscar
Eu posso afastar a mesa
Quando você precisar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Eu não quero ver você
Passar a noite em claro
Sinto muito se não fui seu mais raro amor
E quando o dia terminar
E quando o sol se inclinar
Eu posso por uma toalha
E te servir o jantar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar
Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Mas sempre fica alguma coisa
Alguma roupa pra buscar
Eu posso afastar a mesa
Quando você precisar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Eu não quero ver você
Passar a noite em claro
Sinto muito se não fui seu mais raro amor
E quando o dia terminar
E quando o sol se inclinar
Eu posso por uma toalha
E te servir o jantar
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar
Não precisa me lembrar
Não vou fugir de nada
Sinto muito se não fui feito um sonho seu
Sei que amores imperfeitos
São as flores da estação
Mentira se eu disser
Que não penso mais em você
E quantas páginas o amor já mereceu
Os filósofos não dizem nada
Que eu não possa dizer
Quantos versos sobre nós eu já guardei
Deixa a luz daquela sala acesa
E me peça pra voltar
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Foi feito pra nós...
Acabei nem dizendo
Se eu não soube me despedir
A vida fará isso por mim
Um dia, por fim
Enquanto eu estiver distraída
Ou enquanto eu dormir
Que seja enquanto eu durmo, para que eu não veja o último instante
Que seja incompleto, para que eu fique com o restante
Sempre fui de acreditar
Mas dessa vez eu não sei
Se o nosso caos tem cura
Se há buraco nessa fechadura
É que eu nunca vi isso antes
Nunca vi essas cores, esses sinos, essas flores
Tudo que há no seu peito
Tudo que causa esse efeito
E o que resta pra mim são só as dores
Mas se eu implorar mais um adeus,
Se jurar partir para nunca mais
Me segure
Me peça para ficar
Me impeça de falar
Não deixe que eu parta
-ao meio
jamais
Por Maria Clara Moraes
Se eu não soube me despedir
A vida fará isso por mim
Um dia, por fim
Enquanto eu estiver distraída
Ou enquanto eu dormir
Que seja enquanto eu durmo, para que eu não veja o último instante
Que seja incompleto, para que eu fique com o restante
Sempre fui de acreditar
Mas dessa vez eu não sei
Se o nosso caos tem cura
Se há buraco nessa fechadura
É que eu nunca vi isso antes
Nunca vi essas cores, esses sinos, essas flores
Tudo que há no seu peito
Tudo que causa esse efeito
E o que resta pra mim são só as dores
Mas se eu implorar mais um adeus,
Se jurar partir para nunca mais
Me segure
Me peça para ficar
Me impeça de falar
Não deixe que eu parta
-ao meio
jamais
Por Maria Clara Moraes
quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Você é meu príncipe
Só que não chega a cavalo
Olha nos meus olhos e diz que me ama
que casa comigo, sem contrato, papel assinado
na jura, na promessa, no pacto...
Eu queria ser como você
Assim, sem medo de arriscar,
sem medo de sentir medo de amar
Eu queria dançar agora com você
Mas não falo assim por estar sentimental,
só quero os seus braços
Eu queria te beijar
mas não por romantismo
quero os seus lábios
Eu queria parar com
este discurso propositalmente indireto
e dizer que eu preciso
de você num futuro certo.
domingo, 2 de agosto de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Pra você guardei o amor
Esta música é muito linda, tocou no show do Nando Reis no final de semana.
E eu achei tão fofa.
Ouçam!
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
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